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Os EUA anunciam novos ataques ao Irã, que ameaça os países do Golfo

A situação no Estreito de Ormuz continua sem solução: Washington anuncia uma nova onda de ataques a serem realizados na região.

Pontes e usinas de energia: esses poderiam ser os novos alvos estratégicos dos ataques contra o Irã ameaçados pelos Estados Unidos caso a situação no Estreito de Ormuz não seja resolvida o mais rápido possível. O presidente estadunidense Trump reuniu os chefes da segurança militar para avaliar uma possível escalada que poderia atingir até mesmo a ilha de Kharg, principal terminal petrolífero iraniano.

A resposta de Teerã

Caso os Estados Unidos levem adiante as ameaças de atacar pontes e usinas elétricas no Irã, “todas as infraestruturas da região” serão “destruídas sob o martelo de aço” das forças armadas iranianas: essa é a resposta às ameaças por parte de Teerã, que, entretanto, ativou os sistemas de defesa para combater os aviões de reconhecimento inimigos e começou a atacar os países do Golfo: Bahrein e Kuwait foram alvos durante a noite de quarta para quinta-feira, sem que se registrassem vítimas ou danos, mas o ataque mais intenso teria sido dirigido contra a Jordânia, cujo exército declarou ter derrubado oito mísseis que se dirigiam à base de Al-Azraq.

Enquanto isso, encerraram-se na quarta-feira, em Roma, as negociações de dois dias entre Israel e o Líbano em prol da paz, com a mediação dos Estados Unidos, que definiram os encontros como “produtivos e positivos”. De acordo com o estabelecido, nos próximos dias Israel deverá se retirar de algumas “zonas-piloto” identificadas no sul do Líbano pelo acordo de 26 de junho passado, mas as modalidades e os prazos serão decididos nos próximos dias. Na segunda-feira, o primeiro-ministro israelense Netanyahu é esperado na Casa Branca; no dia seguinte, por sua vez, o presidente libanês Aoun estará em Washington. Uma nova rodada de negociações entre as partes poderá ocorrer em agosto, novamente na capital italiana. Por sua vez, o exército israelense declarou ter matado, segundo ele, “três terroristas armados do Hezbollah” na região de Beit Yahoun.

por; Vatican News

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