
O ministro Dias Toffoli, atuando como magistrado do TSE, negou nesta segunda-feira (10) uma liminar protocolada pela antiga direção do Podemos em Alagoas, solicitando a anulação do ato partidário que destituiu o prefeito Rodrigo Cunha da presidência estadual da sigla.
Com isso, continua valendo a comissão provisória instalada pela direção nacional da legenda, dando ao secretário de transportes de Alagoas, Mozart Amaral, a presidência interina do partido até 31 de dezembro.
A permanência de Mozart na direção do partido tem um efeito político imediato: ele deve deixar a coligação que apoia JHC ao governo, e voltar a apoiar Renan Filho para o cargo, conforme consta na ata do MDB entregue à justiça eleitoral.
Uma ata do Podemos registrada por Cunha e inserida no sistema eleitoral levou o partido à coligação de JHC; este documento, entretanto, passa a ser considerado inválido, já que Cunha não é mais o dirigente da sigla atualmente.
Uma luta de bastidores está sendo travada em Brasília pelo comando de alguns partidos, o que impacta na formação das coligações e distribuição de tempo de TV e rádio. Articulações lideradas por Arthur Lira levaram o Solidariedade a mudar de palanque nos últimos dias.
por; Agência Brasil



