Pernambuco

Prédio do CFCH na UFPE mantém expediente normal na segunda-feira após dedetização

As atividades acadêmicas e administrativas no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) seguirão com normalidade na próxima segunda-feira (19). A definição ocorre após uma reavaliação do cronograma de controle sanitário no campus, que inicialmente previa a interrupção das atividades presenciais devido a uma ocorrência envolvendo insetos nas dependências internas.

Ajuste no cronograma de sanitização do edifício

Anteriormente, a instituição havia comunicado a necessidade de paralisação total do prédio na data programada. Contudo, em novo comunicado enviado à imprensa na tarde desta sexta (16), a administração superior esclareceu que a suspensão não será mais necessária em virtude da execução da primeira etapa de dedetização.

O procedimento abrangeu os espaços compreendidos entre o térreo e o 5º andar, além de áreas externas e arredores do edifício. A segunda etapa do processo está agendada para a próxima segunda-feira (19), a partir das 8h. Segundo a unidade acadêmica, a aplicação não oferece riscos à saúde dos frequentadores, sendo permitida a circulação e a permanência nos ambientes tratados imediatamente após o término.

Investigação sobre a origem da infestação

A mobilização interna ganhou repercussão após registros circularem em redes sociais, mostrando a presença dos insetos em vestimentas de estudantes e frequentadores, localizados entre o térreo e o quarto andar. Diante do quadro, a Superintendência de Infraestrutura da Universidade (Sinfra) intensificou o trabalho de apuração para mapear as fontes de disseminação.

As equipes especializadas investigam a eventual presença de animais silvestres no interior do edifício e de animais domésticos, a exemplo de cães e gatos, nas proximidades. As diretrizes buscam abranger tanto a segurança sanitária quanto o manejo adequado da fauna local.

Ações integradas de bem-estar animal

Para solucionar a questão de maneira definitiva, as intervenções ocorrem em articulação direta com a Comissão de Bem-Estar Animal da instituição. O escopo técnico contempla a adoção de protocolos específicos para cada cenário encontrado na rede federal de ensino.

Entre as providências previstas estão a remoção responsável de espécimes silvestres, quando constatada a necessidade, e a avaliação médica com aplicação de medicamentos em pets eventualmente identificados na área. O intuito é garantir um ambiente seguro para toda a comunidade universitária sem descumprir normas de proteção.

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